Clínica Médica · ENARE Pré-Requisito Endoscopia

Questões de Clínica Médica do ENARE Pré-Requisito Endoscopia

31 questões de Clínica Médica do ENARE Pré-Requisito Endoscopia (2025–2026) para Residência Médica: os tópicos que mais caem e uma amostra para treinar de graça.

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Clínica Médica no ENARE Pré-Requisito Endoscopia (tópico × ano)

2025–2026
Topico20262025
Ascite11
Doença celíaca2
Anemia ferropriva1
Anemia megaloblástica1
Artrite gotosa1
Asma1
Avaliação pré-operatória1
Câncer de testículo — marcadores tumorais1
Catatonia1
Ceratite Bacteriana1

Tópicos de Clínica Médica que mais caem

  • Ascite6% · 2 questões
  • Doença celíaca6% · 2 questões
  • Anemia ferropriva3% · 1 questão
  • Anemia megaloblástica3% · 1 questão
  • Artrite gotosa3% · 1 questão
  • Asma3% · 1 questão
  • Avaliação pré-operatória3% · 1 questão
  • Câncer de testículo — marcadores tumorais3% · 1 questão

Questões de Clínica Médica do ENARE Pré-Requisito Endoscopia

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ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 1Clínica MédicaHipercalcemia da malignidadeDificil
Em uma enfermaria de clínica médica, internou-se uma paciente com lesões líticas visualizadas na tomografia de coluna lombar. Ao exame físico, ela apresentava sonolência, fraqueza e desidratação. Um familiar relatou que o quadro se agravou há uma semana. Também havia constipação no último mês quando deixou de deambular devido às dores dorsais. Exames complementares demonstravam: anemia normocítica e normocrômica (Hb 8,5 g/dL), cálcio sérico em 14,2 mg/dL, globulina em 10 g/dL, albumina em 3,2 g/dL. Sobre o caso descrito e a conduta adequada, é correto afirmar que
  1. A)o paratormônio (PTH) sérico aferido deve estar por volta de 80 pg/mL, sendo necessária a investigação das paratireoides.
  2. B)as medidas de suporte imediato prescritas são clister glicerinado, hemotransfusão e corticoide venoso.
  3. C)a hidratação venosa é a terapia imediata ideal por haver hipercalcemia moderada.
  4. D)a prescrição de salina isotônica venosa, calcitonina subcutânea e bisfosfonatos intravenosos é necessária ao tratamento da hipercalcemia grave.
  5. E)estamos diante de hipercalcemia da malignidade e a melhor conduta imediata será um aspirado de medula óssea em busca de pico monoclonal.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 2Clínica MédicaAnemia ferroprivaFacil
Maria, 28 anos, professora, procurou atendimento médico queixando-se de fadiga progressiva há quatro meses, associada à palidez cutâneo-mucosa, dispneia aos esforços e palpitações. Referia menorragia desde a menarca, com ciclos menstruais regulares de 28 dias, porém com fluxo intenso durando oito dias. Negava melena, hematoquezia ou outras perdas sanguíneas. Relatava alimentação variada, sem restrições dietéticas. Ao exame físico, apresentava palidez cutâneo-mucosa 2+/4+, frequência cardíaca de 102 bpm, pressão arterial de 110 x 70 mmHg e sopro sistólico 2+/6+ no foco mitral. O restante do exame físico não apresentava alterações. Foram solicitados exames complementares para investigação diagnóstica. Os parâmetros laboratoriais que caracterizam adequadamente o diagnóstico de anemia ferropriva, nessa paciente, compreendem
  1. A)hemoglobina 8,5 g/dL, VCM 68 fL, HCM 22 pg, CHCM 28 g/dL, ferritina 8 ng/mL, ferro sérico 45 μg/dL, TIBC 420 μg/dL, índice de saturação de transferrina 11%, taxa de reticulócitos corrigido 0,8%.
  2. B)hemoglobina 9,2 g/dL, VCM 105 fL, HCM 35 pg, CHCM 33 g/dL, ferritina 180 ng/mL, ferro sérico 65 μg/dL, TIBC 280 μg/dL, índice de saturação de transferrina 23%, taxa de reticulócitos corrigido 8,5%.
  3. C)hemoglobina 7,8 g/dL, VCM 88 fL, HCM 29 pg, CHCM 34 g/dL, ferritina 30 ng/mL, ferro sérico 40 μg/dL, TIBC 180 μg/dL, índice de saturação de transferrina 22%, taxa de reticulócitos corrigido 0,5%.
  4. D)hemoglobina 8,1 g/dL, VCM 72 fL, HCM 24 pg, CHCM 32 g/dL, ferritina 220 ng/mL, ferro sérico 40 μg/dL, TIBC 350 μg/dL, índice de saturação de transferrina 11%, taxa de reticulócitos corrigido 1,2%.
  5. E)hemoglobina 9,0 g/dL, VCM 70 fL, HCM 23 pg, CHCM 29 g/dL, ferritina 25 ng/mL, ferro sérico 55 μg/dL, TIBC 320 μg/dL, índice de saturação de transferrina 17%, taxa de reticulócitos corrigido 12%.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 4Clínica MédicaTerapia nutricional (via parenteral)Media
Paciente masculino, 58 anos, submetido à ressecção intestinal extensa por neoplasia de cólon há 5 dias, evoluiu com distensão abdominal progressiva, náuseas, vômitos e ausência de eliminação de gases e fezes. Ao exame físico, encontrava-se desidratado (2+/4+), emagrecido, mucosas hipocoradas, abdome distendido com ruídos hidroaéreos diminuídos, timpanismo difuso. Dados antropométricos: IMC atual 18,2 kg/m² (IMC habitual 24,8 kg/m²), perda ponderal de 12% nos últimos 3 meses. Exames: Hb 9,2 g/dL, albumina 2,1 g/dL, linfócitos 800/mm³, transferrina 120 mg/dL. Radiografia simples de abdome evidenciou múltiplas alças intestinais distendidas com níveis hidroaéreos. O escore de risco nutricional (NRS-2002) calculado foi de 6 pontos. Considerando o quadro apresentado, a conduta nutricional mais adequada é
  1. A)iniciar dieta enteral precoce, por sonda nasoentérica, com fórmula polimérica padrão.
  2. B)aguardar resolução do íleo paralítico e iniciar dieta oral com suplementação proteica.
  3. C)iniciar nutrição parenteral total com solução glicoproteica e lipídica.
  4. D)implementar dieta enteral por gastrostomia com fórmula oligomérica.
  5. E)prescrever apenas hidratação venosa e aguardar melhora clínica espontânea.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 5Clínica MédicaAnemia megaloblásticaMedia
Paciente feminina, 62 anos, procura atendimento por fadiga progressiva há 6 meses, associada a episódios de confusão mental, irritabilidade e dificuldade de concentração. Refere ainda parestesias em membros inferiores com sensação de “queimação” nos pés e instabilidade à marcha. Nega etilismo, tabagismo ou uso de medicamentos. Ao exame físico: palidez cutâneo-mucosa (2+/4+), glossite atrófica, diminuição da sensibilidade vibratória e posicional em membros inferiores, sinal de Romberg positivo. Exames laboratoriais: Hb 8,2 g/dL, VCM 110 fL, leucócitos 3.200/mm³, plaquetas 98.000/mm³, LDH 890 U/L (VR: 120-480), bilirrubina indireta 2,8 mg/dL, ácido fólico normal. Esfregaço de sangue periférico revela neutrófilos hipersegmentados e macro-ovalócitos. Para estabelecer o diagnóstico etiológico mais provável, a combinação de exames mais adequada é
  1. A)dosagem de ferro sérico, ferritina, endoscopia digestiva alta com biópsia duodenal.
  2. B)pesquisa de ovos e parasitas nas fezes, dosagem de anticorpos antiendomísio e colonoscopia.
  3. C)teste de Schilling, dosagem de gastrina sérica e tomografia de abdome.
  4. D)dosagem de anticorpos antiendomísio, endoscopia digestiva alta e biópsia duodenal.
  5. E)dosagem de vitamina B12 sérica, anticorpos anti-fator intrínseco, anti-células parietais e endoscopia digestiva alta.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 6Clínica MédicaSeguimento pós-cirurgia bariátricaMedia
Mulher de 36 anos, submetida há 18 meses à cirurgia bariátrica tipo bypass gástrico em Y de Roux, comparece para acompanhamento ambulatorial. Relata perda de 42 kg desde o procedimento e mantém dieta com restrição calórica moderada. Nega sintomas neurológicos ou gastrointestinais atuais. Refere uso diário de polivitamínico completo e vitamina B12 sublingual. Questiona se é necessário realizar exames de rotina, já que se sente bem, e quer também saber quais nutrientes ainda exigem suplementação contínua. Com base nas diretrizes atuais para o seguimento clínico de pacientes após cirurgia bariátrica, a abordagem mais adequada é
  1. A)dispensar exames laboratoriais periódicos após 12 meses de cirurgia, devido à ausência de sintomas e à boa adesão aos polivitamínicos.
  2. B)manter suplementação de ferro, cálcio com vitamina D, vitamina B12 sublingual e multivitamínico, com exames laboratoriais semestrais no segundo ano.
  3. C)suplementar zinco e tiamina apenas se houver sintomas clínicos sugestivos de deficiência.
  4. D)monitorar com hemograma e ferritina, já que outras deficiências são raras após 1 ano de cirurgia.
  5. E)prescrever cianocobalamina injetável por ser preferida a qualquer forma oral ou sublingual, independentemente da adesão.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 7Clínica MédicaAsmaDificil
Homem de 45 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, comparece ao ambulatório de Pneumologia por crises frequentes de dispneia, tosse seca noturna e sibilância nos últimos dois meses. Relata uso regular de budesonida/formoterol 12/400 mcg na forma de pó inalatório, duas vezes ao dia, e salbutamol inalatório conforme demanda, até três vezes por semana. Refere três episódios de exacerbação nos últimos seis meses, um deles necessitando corticosteroide oral. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, sem sibilos no momento. Espirometria mostra VEF₁ de 68% do previsto, com relação VEF₁/CVF reduzida. Prova broncodilatadora positiva. Diante do quadro, a abordagem mais adequada é
  1. A)aumentar a dose do beta-agonista de curta ação de forma regular para controle de sintomas noturnos e reavaliar em um mês.
  2. B)trocar a associação inalável por monoterapia com corticosteroide inalatório em alta dose.
  3. C)orientar o uso das medicações e proteção contra alérgenos, solicitar dosagem sérica de IgE total e considerar fenótipo alérgico para terapias biológicas.
  4. D)introduzir montelucaste como substituto do corticosteroide inalatório.
  5. E)prescrever beta-agonista de liberação prolongada com antimuscarínico de longa ação para broncodilatação contínua.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 8Clínica MédicaDoença celíacaMedia
Mulher de 33 anos, previamente hígida, procura atendimento ambulatorial com queixa de distensão abdominal recorrente, flatulência e fezes amolecidas há mais de um ano. Relata episódios frequentes de fadiga, além de história conhecida de anemia microcítica desde a adolescência, com múltiplas tentativas de reposição oral de ferro sem resposta hematológica satisfatória. Atualmente faz uso regular de polivitamínicos e cianocobalamina sublingual, sem melhora significativa do quadro. Exames recentes evidenciaram hemoglobina de 9,8 g/dL, ferritina de 7 ng/mL, vitamina D de 14 ng/mL e zinco sérico reduzido. Nega perda ponderal, cirurgias prévias, perda sanguíneas visíveis ou uso de anti-inflamatórios. Com base no quadro clínico descrito, a conduta diagnóstica mais adequada frente à principal hipótese clínica é
  1. A)iniciar dieta isenta de glúten e observar resposta clínica antes da realização de exames laboratoriais.
  2. B)solicitar anticorpos antitransglutaminase tecidual IgG e antigliadina IgG como rastreio inicial.
  3. C)encaminhar para endoscopia digestiva alta com biópsia duodenal, visto que alterações sorológicas são frequentemente inespecíficas.
  4. D)solicitar anticorpos antitransglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA como exames iniciais.
  5. E)realizar teste de absorção de xilose para confirmação de síndrome de má absorção intestinal.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 10Clínica MédicaOsteoporoseMuito facil
O FRAX, ferramenta criada pela Organização Mundial da Saúde, foi instituída para a seguinte condição patológica:
  1. A)demência.
  2. B)depressão.
  3. C)osteoporose.
  4. D)esteatose hepática.
  5. E)linfoma não Hodgkin.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 11Clínica MédicaIntoxicação por metanolFacil
Um homem de 41 anos deu entrada, no serviço de Emergência, em estado clínico grave, com sinais de hipertensão intracraniana, pupilas pouco reativas, confusão mental e vômitos. Entre as medidas de suporte de emergência, na terapia farmacológica, foi usada a droga fomepizol. A condição clínica que o paciente apresentava foi causada por intoxicação por
  1. A)MDMA.
  2. B)metanol.
  3. C)amitriptilina.
  4. D)butirofenona.
  5. E)benzodiazepínico.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 15Clínica MédicaDoença celíacaMedia
Maria, 28 anos, procura atendimento médico relatando diarreia crônica há 8 meses, com 4-5 evacuações diárias de consistência pastosa, associada a perda ponderal de 6 kg no período. Refere também fadiga, distensão abdominal pós-prandial e flatulência excessiva. Apresenta Diabetes Mellitus tipo 1 diagnosticado há 15 anos, em uso de insulina. Ao exame físico, apresenta IMC de 19 kg/m², palidez cutânea discreta e distensão abdominal leve. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 10,2 g/dL, ferro sérico baixo e ferritina reduzida. A abordagem diagnóstica mais adequada para investigar doença celíaca nessa paciente é
  1. A)solicitar dosagem de anticorpo anti-transglutaminase tecidual IgA (tTG-IgA) e, se positivo, realizar endoscopia digestiva alta com biópsia de duodeno.
  2. B)realizar endoscopia digestiva alta com biópsia de duodeno independentemente dos resultados sorológicos, devido ao alto risco para doença celíaca.
  3. C)solicitar dosagem de anticorpo anti-gliadina nativa (AGA-IgA e AGA-IgG) como teste inicial de triagem.
  4. D)dosagem de anticorpo anti-endomísio IgA (EMA-IgA) isoladamente, devido à sua alta especificidade diagnóstica.
  5. E)solicitar dosagem de tTG-IgA com dosagem concomitante de IgA total e, independentemente do resultado, realizar endoscopia digestiva alta com biópsia duodenal.
ENARE Pré-Requisito Endoscopia2026Questao 16Clínica MédicaAvaliação pré-operatóriaMedia
Roberto, 68 anos, é internado eletivamente para ressecção anterior baixa de reto por adenocarcinoma, com tempo cirúrgico estimado de 3 horas sob anestesia geral. Apresenta hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana e Diabetes Mellitus tipo 2 em uso de metformina, com hemoglobina glicada de 7,1%. Ao exame físico, encontra-se estável, normocorado, com pressão arterial de 140/85 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm. Nega dispneia aos esforços habituais e refere conseguir subir dois lances de escada sem limitação. Não apresenta história de doença coronariana, insuficiência cardíaca ou doença cerebrovascular. Eletrocardiograma mostra ritmo sinusal sem alterações isquêmicas. A conduta mais apropriada para avaliação pré-operatória do risco cardiovascular nesse paciente é
  1. A)solicitar ecocardiograma transtorácico e teste ergométrico devido ao diabetes e hipertensão associados à cirurgia de risco cardiovascular intermediário.
  2. B)realizar hemograma completo, bioquímica com função renal e hepática, coagulograma e tipagem sanguínea, considerando a capacidade funcional preservada e ausência de fatores de risco clínicos ativos.
  3. C)solicitar reserva de concentrado de hemácias devido ao risco de sangramento na ressecção retal, além dos exames préoperatórios de rotina.
  4. D)realizar radiografia de tórax, ecocardiograma e dosagem de peptídeos natriuréticos para avaliação de insuficiência cardíaca subclínica.
  5. E)prosseguir com a cirurgia sem exames complementares adicionais, considerando a ausência de sintomas cardiovasculares e eletrocardiograma normal.
ENARE Pré-Requisito Nefrologia2026Questao 16Clínica MédicaPeritonite bacteriana espontâneaDificil
Severino, 56 anos, etilista por 30 anos (consumo de 80g álcool/dia), é trazido ao pronto-socorro por familiares devido à dor abdominal difusa, febre (38,7 C) e piora do estado geral há 3 dias. Refere parada do etilismo há 6 meses. Antecedente de duas internações prévias por descompensação de hepatopatia crônica. Ao exame físico: regular estado geral, ictérico (2+/4+), eupneico, FC 108 bpm, PA 100 x 60 mmHg, Tax 38,5 C. Abdome distendido, doloroso difusamente, macicez móvel presente, sem sinais de irritação peritoneal. Presença de aranhas vasculares, eritema palmar e ginecomastia. Exames laboratoriais: Hb 9,2 g/dL, leucócitos 12.400/mm³ (bastões 8%, segmentados 78%), plaquetas 89.000/mm³, ureia 78 mg/dL, creatinina 1,4 mg/dL, Na+ 128 mEq/L, bilirrubina total 4,2 mg/dL (direta 3,0 mg/dL), ALT 45 U/L, AST 89 U/L, fosfatase alcalina 180 U/L, albumina sérica 2,1 g/dL, INR 2,1, tempo de protrombina 24 segundos (controle 12s). Paracentese diagnóstica: líquido amarelo-citrino turvo, proteínas 1,8 g/dL, albumina do líquido ascítico 0,9 g/dL, leucócitos 950/mm³ (neutrófilos 85%, linfócitos 15%), cultura em andamento. O diagnóstico mais provável e o tratamento inicial adequado para esse paciente compreendem
  1. A)peritonite bacteriana espontânea; suspensão de diuréticos, cefotaxima 2g EV 8/8h e albumina 1,5g/kg no 1º dia e 1g/kg no 3º dia.
  2. B)peritonite bacteriana secundária; suspensão de diuréticos, ciprofloxacino 400mg EV 12/12h e drenagem cirúrgica de foco infeccioso.
  3. C)síndrome hepatorrenal tipo 1; expansão volêmica com albumina 1 g/kg/dia, terlipressina 1-2 mg EV 6/6h e hemodiálise de urgência.
  4. D)peritonite bacteriana espontânea; manutenção de diuréticos em dose reduzida, cefepime 2g EV 12/12h e albumina 1 g/kg em dose única.
  5. E)ascite neutrofílica; norfloxacino 400mg VO 12/12h, albumina 1,5 g/kg no 1º dia e paracentese evacuadora seriada.
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